Emirados participam de reunião de ministros da Energia do Brics na Rússia

ABU DHABI, 3 de outubro de 2024 (WAM) -- Os Emirados Árabes Unidos, representados pelo Ministério de Energia e Infraestrutura (MoEI, na sigla em inglês), participaram da reunião dos Ministros de Energia do Brics na capital russa, Moscou.

O eng. Sharif Al Olama, subsecretário de Assuntos de Energia e Petróleo do MoEI, destacou que a participação dos EAU está alinhada com seu compromisso com o multilateralismo como uma ferramenta eficaz para superar os desafios de segurança energética e construir um futuro melhor e mais sustentável para todos. “Como membro do Brics, os Emirados Árabes Unidos buscam ser um dos principais impulsionadores da ação climática coletiva, acreditando que a colaboração internacional é o meio mais viável para enfrentar os obstáculos energéticos comuns e adotar soluções energéticas inovadoras”, disse.

Al Olama acrescentou que a COP28 entregou o Consenso dos Emirados Árabes Unidos, uma resposta ambiciosa, segundo ele, ao primeiro “balanço global” dos esforços do mundo para lidar com as mudanças climáticas. "O consenso fornece ao mundo um roteiro para a ação climática até 2030 e abre caminho para uma nova era de ambição, delineando um conjunto abrangente de ações para reduções profundas, rápidas e sustentadas nas emissões de gases de efeito estufa de uma maneira determinada nacionalmente”, destacou.

A autoridade emirática observou que os Emirados Árabes Unidos continuam a liderar a implantação de energia renovável, com foco na aceleração dos processos sem comprometer a estabilidade ou a segurança da rede. Ao aprimorar a colaboração entre os órgãos reguladores e o setor, os Emirados Árabes Unidos estão preparados não apenas para atingir, mas também para superar suas metas de energia renovável, reafirmando sua posição de pioneiros na transição energética global, afirmou.

“Como caminho a seguir, os Emirados Árabes Unidos estão comprometidos em continuar no mesmo rumo, conduzindo uma transição energética robusta na escala e no ritmo necessários para cumprir os compromissos climáticos e alcançar o zero líquido até 2050”, concluiu.