CAIRO, 18 de agosto de 2025 (WAM) – O secretário-geral da União dos Investidores Árabes, Gamal Bayoumi, afirmou que o notável avanço obtido pelos Emirados Árabes Unidos no Índice de Apoio Governamental 2025 reflete a visão de futuro do xeique Mohamed bin Zayed Al Nahyan, presidente do país, e dá continuidade ao legado do Pai Fundador, o falecido xeique Zayed bin Sultan Al Nahyan.
A declaração foi feita em resposta à conquista recente dos Emirados, que subiram para a 16ª posição no ranking global do Índice de Apoio Governamental 2025, um dos indicadores do IMD World Competitiveness Yearbook. O país avançou 27 posições em relação ao 43º lugar registrado em 2024.
Em entrevista à Agência de Notícias dos Emirados (WAM), Bayoumi disse que os Emirados se consolidaram como modelo inspirador na região ao utilizar de forma estratégica o apoio governamental para ampliar a competitividade econômica, atrair investimentos e equilibrar crescimento econômico com preservação ambiental. Destacou ainda que o país acompanha de forma consistente os avanços globais e adota as melhores práticas internacionais.
Segundo ele, egípcios e árabes em geral se orgulham da prioridade dada pelos Emirados ao investimento em pessoas, inovação e infraestrutura sustentável, ressaltando que se trata de uma nação árabe jovem em todos os sentidos.
Bayoumi acrescentou que a conquista reafirma o compromisso dos Emirados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, consolidando o país como parceiro-chave na construção de um futuro mais próspero e sustentável para a região árabe e para o mundo.
De acordo com o IMD World Competitiveness Yearbook 2025, os Emirados também ocuparam o primeiro lugar mundial em capital de risco e arrecadação de imposto de renda pessoal, além de ficarem em segundo na alíquota de imposto sobre lucro corporativo e em terceiro no saldo orçamentário do governo medido em bilhões de dólares. O país ficou em quarto lugar na redução da arrecadação de impostos indiretos e na diminuição da alíquota de imposto sobre consumo, e em quinto na arrecadação de tributos sobre capital e propriedade. Também alcançou a sexta colocação em finanças públicas, a sétima posição mundial e a primeira regional na proporção do gasto total do governo, além do nono lugar global em crescimento real do consumo público.