ABU DHABI, 22 de setembro de 2025 (WAM) — Os Emirados Árabes Unidos se unem à Arábia Saudita na celebração de seu 95º Dia Nacional, nesta terça-feira (23/09), em uma manifestação das relações profundas que unem as lideranças e os povos dos dois países.
Os laços fraternos entre as duas nações simbolizam a unidade da casa do Golfo, apoiam os esforços árabes conjuntos e servem como pilar de estabilidade e prosperidade regional.
As relações bilaterais, forjadas pelo xeique Zayed bin Sultan Al Nahyan e pelo rei Faisal bin Abdulaziz Al Saud, foram posteriormente consolidadas em plena parceria sob a liderança do xeique Khalifa bin Zayed Al Nahyan e do rei Abdullah bin Abdulaziz Al Saud.
O presidente dos Emirados, xeique Mohamed bin Zayed Al Nahyan, e o guardião das Duas Mesquitas Sagradas, rei Salman bin Abdulaziz Al Saud, seguem pelo mesmo caminho de fortalecimento das relações entre as duas nações em todos os setores.
Os Emirados e a Arábia Saudita compartilham visões unificadas sobre questões árabes, regionais e internacionais, ancoradas em princípios sólidos que protegem a segurança e a paz e contribuem para a estabilidade e a prosperidade no mundo árabe e no cenário global.
Esses fortes vínculos bilaterais têm contribuído de forma positiva para o desenvolvimento abrangente e sustentável em ambos os países. Números preliminares mostram que o comércio exterior não petrolífero dos Emirados com a Arábia Saudita alcançou 91 bilhões de dirhams (US$ 25 bilhões) no primeiro semestre de 2025, em comparação com mais de 151,5 bilhões de dirhams (US$ 41,2 bilhões) em 2024.
Em 2025, a Arábia Saudita alcançou avanços significativos nos âmbitos do desenvolvimento, da economia e da cultura, refletindo o ritmo acelerado das reformas sob a Visão Saudita 2030 e consolidando sua posição como força central tanto no plano regional quanto no global.
O Fundo Monetário Internacional elevou sua previsão para o crescimento econômico da Arábia Saudita em 2025 para 3,6%, citando a recuperação da produção de petróleo e a expansão contínua dos setores não petrolíferos, que superam 3,4%.