ABU DHABI, 5 de maio de 2026 (WAM) — Os ataques do Irã contra os Emirados Árabes Unidos provocaram ampla condenação internacional e reações diplomáticas sem precedentes. O ataque mais recente, que teve como alvo instalações civis no país, foi descrito como uma grave ameaça à segurança e à estabilidade regional e global.
A condenação internacional reflete uma posição unificada de rejeição a qualquer violação da segurança dos Emirados Árabes Unidos e expressa solidariedade ao país, ao mesmo tempo em que responsabiliza plenamente o regime iraniano pela escalada das tensões na região.
Diversas capitais indicaram a possibilidade de revisar suas posições em relação às práticas consideradas terroristas por parte do Irã, avaliando diferentes opções para lidar com essas ações de forma a restaurar a segurança e a estabilidade na região, além de garantir a liberdade de navegação no estreito de Ormuz.
As condenações partiram de diversos países e organizações, entre eles o Reino do Bahrein, o Estado do Kuwait, o Estado do Qatar, a República Árabe do Egito, o Reino Hachemita da Jordânia, o Reino da Arábia Saudita, a Região do Curdistão do Iraque, a União das Comores, a República Islâmica da Mauritânia e a República do Líbano, além de organizações regionais como o Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), a Liga dos Estados Árabes, o Parlamento Árabe e a Liga do Mundo Islâmico.
No âmbito internacional, o ataque também foi condenado pela União Europeia e por diversos países, entre eles Sérvia, Alemanha, Reino Unido, Montenegro, França, Canadá, Nova Zelândia, Índia, Malta, Bélgica, Chipre, Paquistão, Estônia, República Tcheca, Lituânia, Macedônia do Norte, Romênia, Letônia, Ucrânia, Áustria, Bulgária, Irlanda, Bangladesh, Japão e Austrália.