ABU DHABI, 19 de julho de 2026 (WAM) — O comércio exterior não petrolífero dos Emirados Árabes Unidos alcançou resultados históricos no primeiro semestre de 2026, afirmou o ministro de Comércio Exterior, Thani bin Ahmed Al Zeyoudi.
Segundo o ministro, o desempenho reflete a estratégia da liderança do país de construir uma economia diversificada, competitiva e aberta, capaz de transformar mudanças na economia mundial em oportunidades de crescimento e prosperidade de longo prazo.
“Nosso comércio não petrolífero chegou a cerca de 527,4 bilhões de dólares (1,937 trilhão de dirhams) nos primeiros seis meses do ano, estabelecendo um novo recorde para a economia nacional e reforçando a posição dos Emirados Árabes Unidos como centro global de comércio, investimentos e logística”, afirmou Al Zeyoudi em nota divulgada após a publicação dos dados do período.
“Apesar dos desafios da economia mundial e do impacto das tensões geopolíticas em nossa região, o mundo continua demonstrando confiança na capacidade de crescimento sustentável de nosso mercado”, acrescentou.
Al Zeyoudi afirmou que o desempenho evidencia não apenas a solidez das relações comerciais do país, mas também sua diversidade e alcance geográfico. “Por meio do programa de Acordos de Parceria Econômica Abrangente, continuamos aprofundando os laços com parceiros comerciais estratégicos em todos os continentes e acelerando as trocas com mercados novos e emergentes. Isso reforça a resiliência da economia dos Emirados Árabes Unidos e sua capacidade de aproveitar oportunidades em todo o mundo”, disse.
Para o ministro, os resultados mostram que os Emirados Árabes Unidos permanecem entre as economias mais competitivas, abertas e atraentes do mundo. O país atua como uma plataforma global de conexão entre mercados, apoiada por infraestrutura de padrão internacional, ambiente regulatório avançado e ampla rede de parcerias internacionais.
“O que distingue esses resultados não é apenas o crescimento do comércio não petrolífero, mas também a sustentabilidade dessa expansão e a ampliação de sua base entre diferentes mercados, parceiros e produtos. Isso fortalece a economia nacional, aumenta sua resiliência e amplia sua capacidade de adaptação às mudanças globais”, declarou.
“Sob a orientação de nossa liderança e em estreita cooperação com as autoridades federais e os parceiros do setor privado, continuaremos ampliando as oportunidades para os exportadores do país e trabalhando para concretizar nossas ambições econômicas nacionais nas próximas décadas”, concluiu.