Emirados destinam US$ 10 milhões ao combate ao surto de Ebola na África, seguindo determinação do presidente

Emirados destinam US$ 10 milhões ao combate ao surto de Ebola na África, seguindo determinação do presidente

NOVA YORK, 26 de setembro de 2026 (WAM) — Por determinação do presidente dos Emirados Árabes Unidos, xeique Mohamed bin Zayed Al Nahyan, o país destinou, por meio da Agência de Ajuda, US$ 10 milhões para apoiar os esforços internacionais de contenção do surto de Ebola na África e fortalecer os sistemas de saúde nas áreas afetadas.

O anúncio foi feito durante a participação do país em uma reunião internacional convocada pelos Estados Unidos à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas para discutir o surto e formas de reforçar a resposta internacional.

O presidente da Agência de Ajuda dos Emirados, Tareq Ahmed Al Ameri, afirmou que o país continuará apoiando os esforços internacionais conjuntos para enfrentar crises, desastres e emergências de saúde em diferentes partes do mundo.

De acordo com Al Ameri, essa atuação faz parte do compromisso humanitário dos Emirados e de sua responsabilidade de contribuir para a proteção das comunidades contra os riscos de doenças e epidemias, em coordenação com governos, organizações internacionais e instituições regionais.

O dirigente declarou ainda que os Emirados já enviaram mais de 150 toneladas de ajuda e suprimentos às áreas afetadas. As remessas incluíram equipamentos de proteção, insumos e materiais para controle de infecções que beneficiaram cerca de 280 unidades de saúde, além de itens para abrigo e alimentos destinados à população afetada.

Al Ameri defendeu uma atuação conjunta da comunidade internacional, com mais esforços e uma resposta mais rápida para conter a propagação da doença e evitar sua transmissão entre comunidades. Ele destacou também a importância de apoiar os sistemas de saúde e ampliar sua capacidade de prevenção, detecção precoce e resposta eficaz.

As ações ocorrem em meio aos desafios provocados pelo surto de Ebola na República Democrática do Congo e por sua expansão geográfica, situação que, exige maior coordenação internacional e medidas mais rápidas para conter a doença e reduzir seus impactos humanitários e de saúde.