Grupo de Trabalho sobre Direitos Humanos dos Emirados e Uniao Europeia realiza 12ª reunião

BRUXELAS, 17 de janeiro de 2024 (WAM) - O Grupo de Trabalho Emirados Árabes Unidos-UE sobre Direitos Humanos realizou sua 12ª reunião na sede da Comissão Europeia em Bruxelas. Os participantes analisaram os principais desenvolvimentos e esforços em relação aos direitos humanos e trocaram informações, conhecimentos e melhores práticas nesse campo.

Durante a reunião, foram discutidas várias questões de interesse comum, incluindo direitos trabalhistas, direitos das mulheres, liberdade de expressão, estado de direito, direito à saúde, tecnologia digital e direitos humanos e coordenação com órgãos, mecanismos e comitês de direitos humanos das Nações Unidas.

A delegação dos Emirados Árabes Unidos foi liderada por Afra Al Hameli, diretora do Departamento de Comunicação Estratégica do Ministério das Relações Exteriores, e incluiu representantes do Departamento de Direitos Humanos do Ministério, da Embaixada dos Emirados Árabes Unidos em Bruxelas, do Ministério da Justiça, do Ministério do Interior, do Ministério de Recursos Humanos e Emiratização e do Ministério da Saúde e Prevenção. Anna-Maria Panagiotakopoulou, chefe da divisão da Península Arábica e do Iraque no Serviço Europeu de Ação Externa, liderou a delegação da União Europeia durante a reunião.

Al Hameli enfatizou que os Emirados Árabes Unidos acolhem com satisfação esse diálogo construtivo com seus parceiros, que representa uma oportunidade de analisar os esforços do país e o progresso e as medidas tomadas em relação aos direitos humanos. Al Hameli também salientou que os EAU continuam a construir pontes por meio do diálogo e da cooperação com parceiros estratégicos nesse campo.

Por sua vez, o Grupo de Trabalho elogiou os avanços dos Emirados Árabes Unidos nos campos jurídico, social e econômico, especialmente aqueles relacionados à ação climática, desenvolvimento sustentável, empoderamento das mulheres, igualdade de gênero, empoderamento econômico e político, bem como seu apoio à coexistência pacífica e ao diálogo interreligioso.