CAIRO, 13 de agosto de 2024 (WAM) -- O Egito condenou nesta terça-feira a invasão dos pátios da Mesquita de Al-Aqsa por dois ministros de Israel, membros do parlamento israelense, além dee centenas de colonos e extremistas israelenses.
O Ahram Online citou o ministério das Relações Exteriores do Egito afirmando que a invasão ocorreu simultaneamente com a proibição de entrada de fiéis palestinos na Mesquita de Al-Aqsa.
O Egito enfatizou que essas “ações irresponsáveis e provocativas” violam o direito internacional e o status histórico e legal de Jerusalém.
"A natureza frequente e consistente dessas ações indica que uma política sistemática está sendo implementada", diz o comunicado, ressaltando que a situação atual requer uma intervenção urgente para parar essas práticas.
Cairo apelou à comunidade internacional para que desempenhe um papel ativo no enfrentamento das violações israelenses. Ressaltou que esses atos israelenses visam minar os esforços para alcançar um cessar-fogo em Gaza.
O Egito afirmou que continuará com os esforços para alcançar uma solução justa, duradoura e abrangente para a causa palestina, garantindo a criação de um estado palestino independente dentro das fronteiras de 4 de junho de 1967, com Jerusalém Oriental como sua capital.